O Facebook acaba de receber mais um “jogo” para entreter os seus utilizadores. Agora foi a vez de Spore, um jogo bastante mediático à alguns meses atrás. O jogo foi criado por Will Wright que é também criador do conhecidíssimo The Sims. O jogo Spore foi lançado em 2008 para PC e mais tarde para a Wii e para a DS.
A versão para o Facebook, “Spore Islands”, está orientada para uma estratégia de jogo por turnos – à semelhança do que já acontecia com outros títulos da rede social, como o Farmville – o que permite jogar um pouco todos os dias.
O jogador tem de criar a sua espécie animal, escolhendo elementos como a boca, olhos, pernas e braços, cada um deles com características que irão influenciar o comportamento da criatura e condicionar a sua evolução. Pernas mais pesadas significam menos rapidez, mas mais força para atacar as presas, por exemplo.
Escolhidas as características iniciais, o jogador deve observar como este se comporta com outros animais e em diferentes ambientes, ganhando pontos de experiência que o vão dotar de novos elementos para evoluir.
Os jogadores poderão ainda obter ADN extra – que permite melhorar características como o ataque, defesa e instinto. Para isso, precisam de cumprir os objectivos que lhes vão sendo apresentados durante o jogo, ou optar pela compra, através de cartão de crédito.
No entanto, a EA Games, empresa responsável pela distribuição do Spores, garante que não é necessário qualquer investimento monetário para tirar total partido da experiência do jogo.
Apresentamos aqui um rato que foi desenvolvido em colaboração com a comunidade open-source OpenOffice.org e que se destina a facilitar a experiência de utilização do mais forte rival open-source do Microsoft Office.
O dispositivo apresenta um design clássico, talvez até em demasia, e em vez dos habituais 2 botões temos 18 botões programáveis, todos eles admitindo o mesmo número de funções em caso de duplo-clique.
O rato conta com um scroll ao centro e com um joystick, na lateral esquerda do aparelho, destinado a ser manipulado pelo polegar da mão direita. No interior, o dispositivo conta com uma memória de 512K que permite a gravação de 63 perfis de utilização diferentes. A resolução também é ajustável indo dos 400 aos 1600 DPI.
De acordo com os responsáveis pelo seu desenvolvimento, o novo rato, com fios, está também pensado para melhorar as experiências de jogabilidade, designadamente em jogos como o “World of Warcraft” e “Call of Duty”.
A empresa não avançou datas para disponibilização do aparelho, sabendo-se apenas que nos EUA será comercializado por 74,99 dólares, o que corresponde a cerca de 50 euros.
Foi há 5 anos e um dia, mais precisamente no dia 09 de Novembro de 2004, que o Mozilla Firefox 1.0 saiu para o mercado. Dave Hyatt e Blake Ross, que deram início ao projecto Firefox, diziam acreditar que a utilidade do navegador Mozilla estava comprometida com os interesses comerciais da Netscape (que os patrocinava), bem como a inclusão de funções pouco usadas. Foi então que criaram um navegador separado, o qual visava substituir o Mozilla.
5 anos depois, o Firefox, um navegador open-source, conta com 70 traduções e mais de 7000 plug-in’s para enriquecer a exploração do vasto mundo que é a Internet. A empresa está também a desenvolver o Fennec, a versão mobile do Mozilla Firefox.
Em 5 anos, o Firefox passou para o concorrente mais ameaçador do gigante Internet Explorer. Com mais de 33 milhões de utilizadores e mais de 1 Bilião de download’s desde a versão 1.0.
Um grande abraço para o Firefox do DataBits. Parabéns!
A Associação Dot Gay irá apresentar para o próximo ano um proposta à entidade reguladora de domínios de internet, a ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), para a criação de um novo domínio, o “.gay”.
A associação pretende com esta medida juntar todas as organizações, serviços e empresas que estejam relacionados com o mundo da homossexualidade mundial.
Sites como www.lovemeet.gay ou mesmo www.google.gay poderão ser uma possibilidade não muito distante.
Com este post inauguramos o regresso do DataBits. Depois de quase 2 meses inactivos, voltamos com novas notícias, sempre com a qualidade DataBits.
O mais recente sistema operativo da Microsoft, o Windows 7, está a ser um sucesso estrondoso, em relação ao seu antecessor Windows Vista. De acordo com dados revelados por retalhistas e pela própria Microsoft, o Windows 7 está a ter vendas de mais de 200% em relação ao igual período de venda do Windows Vista.
O seu sucesso também se verifica com dados dos fabricantes, que aderiram facilmente ao novo SO da Microsoft. As vendas de equipamentos subiram para uma taxa de cerca de 50%.
Não perca as mais recentes novidades do mundo da tecnologia, aqui, no DataBits.
O Facebook lançou uma funcionalidade que permite os utilizadores actualizar o seu Twitter automaticamente. A funcionalidade apenas liga o serviço Facebook Pages ao Twitter, e não as contas individuais. A funcionalidade já existe como opções de terceiros, mas este evento marca o começo do trabalho da equipa do Facebook com a malta do Twitter. Mais informações aqui.
O Twitter vai entrar com uma nova funcionalidade no seu serviço de microblogging, uma ferramenta de geolocalização. A nova API do Twitter irá permitir aos utilizadores adicionar a latitude e longitude a qualquer ‘tweet’. A opção estará desligada por definição e a exacta localização não será gravada por um grande período de tempo. A funcionalidade estará disponível talvez por terceiros, antes de ser lançado o serviço oficial. Contem com o serviço para breve.
A edição de Setembro da “Entertainment Weekly” conta com uma nova tecnologia, o ViP (Video in Print). O vídeo é apresentado num pequeno ecrã “colado” à revista e começa a ser reproduzido assim que o leitor abrir na página onde está colocado o vídeo. O vídeo apresenta baixa qualidade de som e de imagem e começa com um atraso de cerca de 5 segundos. Sem dúvida que é uma tecnologia simples mas bastante interessante. No entanto, as funcionalidades vão estar apenas em algumas revistas a distribuir na zona de Nova Iorque e Los Angeles. Fiquem com um vídeo de demonstração:
A próxima vítima das informações ‘leakadas’ para a net foi a Blizzard, quem está a preparar a próxima expansão para o World of Warcraft. A BlizzCon é o evento anual da Blizzard (vocês também criavam um evento se tivessem 10 milhões de jogadores a pagar alguns euros por mês).
A próxima expansão do popular MMO contará com duas novas raças jogáveis e os jogadores poderão ir até ao nível 85.
Two New Playable Races: Adventure as the cursed Worgen [werewolves!] with the Alliance or the resourceful goblins with the Horde.
Increased Level Cap: Advance to level 85 and earn new abilities, tap into new talents, and progress through the path system, a new way for players to customize characters.
Classic Zones Remade: Quest to level 60 as you never have before. Familiar zones across the original continents of Kalimdor and the Eastern Kingdoms have been reforged by the cataclysm and updated with new quests and content
Flying Mounts in Azeroth: Explore Kalimdor and the Eastern Kingdoms from a whole new perspective.
Guild Advancement: Progress as a guild to earn guild levels and guild achievements.
New High-Level Content: Explore newly opened parts of the world, including Uldum, Grim Batol, and the great sunken city of Vashj’ir beneath the sea, and enjoy even more high-level raid content than in previous expansions.
New PvP Zone & Rated Battlegrounds: Take on PvP objectives and daily quests on Tol Barad Island, a new Wintergrasp-like zone, and wage war in all-new rated Battlegrounds.
Archaeology: Master a new secondary profession to unearth valuable artifacts and earn unique rewards.
New Race and Class Combinations: Explore Azeroth as a gnome priest, blood elf warrior, or one of the other never-before-available race and class combinations.